Cito Ricardo Setti, autor da Veja que produziu um artigo voltado somente aos chamados absurdos de Eduardo Suplicy, o que me atentou ao caso foi o uso de momentos alheios como fonte de crítica, simplesmente pela suaa forma como um todo.
Desde os primórdios existe infinitas militâncias para a desconcentração de renda que causa tamanha miséria em algumas regiões, e um símbolo dessa luta ilustrado pelo Senador virou alvo desse sensacionalista.
"Junho de 2012, no Senado: fantasiado de Robin Hood, o parlamentar do PT paulista defendeu a criação de um fundo internacional destinado à erradicação da pobreza, financiado por recursos oriundos de uma taxa sobre operações financeiras."
O que para muitos seria motivo de comemoração, para outros é uma chance nítida de crítica.
Uso de um mero chapéu não me parece uma GRANDE fantasia... Enfim, pior do que atacar uma mera fantasia, é atacar uma homenagem que era feita em prol de Geraldo Vandré, a simplicidade compartilhada por alguns parlamentares se tornou assim ponto alto para um disparo de ódio...
E para onde foi nossa simplicidade humana? Estamos nos atropelando...
Só aguardamos que o sensacionalismo, de lugar ao bom senso.
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