sábado, 23 de agosto de 2014

Exagero pouco é bobagem

            Num país onde não se pode falar de política durante o período político nas principais mídias, é de se esperar algumas atrocidades nascentes de autores exagerados, que transformam qualquer evento mínimo em um dilúvio de críticas, atacarem candidatos tranquilos que em termos de disputa política são geralmente tranquilos. Consideremos aqui, nesse território livre, um ataque desnecessário. E assim farei parte desses abutres, ataque é uma coisa muito fácil de se fazer, até mesmo quando não há motivos.
          Cito Ricardo Setti, autor da Veja que produziu um artigo voltado somente aos chamados absurdos de Eduardo Suplicy, o que me atentou ao caso foi o uso de momentos alheios como fonte de crítica, simplesmente pela suaa forma como um todo.
         Desde os primórdios existe infinitas militâncias para a desconcentração de renda que causa tamanha miséria em algumas regiões, e um símbolo dessa luta ilustrado pelo Senador virou alvo desse sensacionalista.





"Junho de 2012, no Senado: fantasiado de Robin Hood, o parlamentar do PT paulista defendeu a criação de um fundo internacional destinado à erradicação da pobreza, financiado por recursos oriundos de uma taxa sobre operações financeiras."








     O que para muitos seria motivo de comemoração, para outros é uma chance nítida de crítica.
Uso de um mero chapéu não me parece uma GRANDE fantasia... Enfim, pior do que atacar uma mera fantasia, é atacar uma homenagem que era feita em prol de Geraldo Vandré, a simplicidade compartilhada por alguns parlamentares se tornou assim ponto alto para um disparo de ódio...
   E para onde foi nossa simplicidade humana? Estamos nos atropelando...
Só aguardamos que o sensacionalismo, de lugar ao bom senso.

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