Num país novo, com relativa instabilidade política e infinitas perturbações sociais, é possível notar a cada passo uma cabível fonte de problemas passíveis de críticas e reclamações! Com um nicho tão grande e favorável, já era de se esperar que pragas se desenvolvessem em meio ao caótico mundo midiático.
E evoluindo sobre uma imensa pilha de ignorância de quem tem pouca
vontade disponibilidade de buscar as melhores opções para a sociedade como um todo, esse campo crítico sensacionalista e formador de opiniões controversas, vem levando uma massa de pessoas falantes e com mentes preconceituosas.
Por muito anda-se pregando falsas aceitações aos "diferentes" numa busca por uma sociedade mais homogênea e feliz. Mas, a cada dia, mais críticas e opiniões são criadas buscando uma heterogeneização social em prol do enriquecimento das nossas
medíocres e egoístas grandes mentes jornalistas.
Um grande exemplo é nosso digníssimo
grupo Abril centro de jornalismo político, que nunca é tendencioso, e também quase não faz críticas avassaladoras sobre coisas que circundam apenas o conceito de boas maneiras, e educação de anfitrião. Ou deveríamos participar do embargo americano aos cubanos? Porque obviamente, os EUA são o melhor exemplo de conciência coletiva que podemos obter nesse mundo
capetalista capitalista.
Talvez ande faltando um pouco de
amor consciência no coraçãozinho desses jornalistas
medíocres e mal amados que tanto influênciam nossa população `um comportamento pesado e intolerante.
Rodrigo Constantino, colunista da Veja nos agracia nesse instante com seu insuperável
problema de frustrado político senso político maduro e imparcial ao comentar a estadia dos políticos cubanos.
Não que usar a mesma forma de expressão seja a melhor opção para uma solução, afinal um argumento cíclico eh considerado inválido, justamente por ser cíclico, mas dentro de sua própria rotação é cabível de humor avaliar algumas ridicularidades de quem deveria plantar uma mentalidade coletiva, de lutas sim! Porém, com a consciência de como agir, como entender, como aceitar, compreender e cooperar com sistemas que nos abrangem, sempre afim de nos conceder uma melhor condição de vida; e acima de tudo uma maior igualdade, não tão social e monetária, mas uma igualdade mental, teríamos um mundo mais tranquilo,
feliz compreensivo, como essa mídia mesma nos vende.
Hipócritas!
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